A Linha do Equador deixará de ser apenas uma referência no piso. No projeto da nova Trina, ela organiza o espaço, separa as cervejas dos hemisférios Norte e Sul e conduz o visitante até uma bebida criada para representar o encontro entre os dois lados do planeta.

Projeto do entorno do Marco Zero
Valorização do entorno e da Linha do Equador. Imagem conceitual: Divulgação/Trina Cervejaria

A proposta aprovada junto ao Governo do Amapá instala no Marco Zero uma operação de cervejaria, gastronomia, café, música e cultura. A fábrica será incorporada ao salão por áreas envidraçadas, permitindo que o processo produtivo participe da experiência.

Marcelo Fiel diante de produtos da Trina
Marcelo Fiel, idealizador da nova operação. Foto: Divulgação/Trina Cervejaria

Marcelo Fiel chega ao novo desafio dez anos depois de fundar a primeira fábrica de cerveja artesanal do Amapá. Sua trajetória combina produção cervejeira, autosserviço tecnológico, análise sensorial, torra de café e projetos ligados à música brasileira.

Espaço cultural da Trina
Música e convivência integram o conceito. Imagem conceitual: Divulgação/Trina Cervejaria

A ambição vai além de reabrir uma marca. O plano é criar motivos para o turista permanecer no Marco Zero: observar a fabricação, experimentar estilos, conhecer aromas do café, acompanhar música e circular entre os hemisférios.

Trina integrada ao Marco Zero
A localização é parte central da experiência. Imagem conceitual: Divulgação/Trina Cervejaria

A força do conceito está em algo que não pode ser comprado nem transferido: o endereço. Equipamentos e arquitetura podem ser reproduzidos, mas a Linha do Equador já passa exatamente pelo lugar escolhido para a nova experiência.