O futuro econômico do açaí passa pelo encontro entre conhecimento tradicional e novas técnicas de cultivo.
A produção nativa de várzea segue central, mas limitações de expansão levam investidores a observar sistemas irrigados em terra firme.
Com o pico da safra iniciado em agosto, o consumidor pode perceber maior oferta. Para o produtor, permanece o desafio de crescer sem perder o vínculo com o território.
Foto: Diário do Amapá